quinta-feira, 21 de junho de 2018

População de Mata Grande elege 11 vereadores, paga 14, mas presidente da Câmara se irrita é com a divulgação pela imprensa.


Rodolfo Izidoro utilizou a tribuna da Câmara em sessão realizada nesta quarta-feira (20) para repudiar a divulgação pelo Site Central do Sertão do pagamento de salário dos atuais 14 vereadores matagrandenses (entre titulares, afastados e suplentes).

Por: Redação
Crédito: Ascom/CMMG

Ao fazer uso da tribuna da Câmara Municipal de Vereadores de Mata Grande na manhã desta quarta-feira (20), o presidente Rodolfo Izidoro acusou a redação do Site Central do Sertão de ter agido de “má fé” simplesmente por ter divulgado que atualmente o poder legislativo matagrandense vem pagando ao invés de 11 (onze), 14 (catorze) vereadores (entre os afastados, titulares e suplentes) após à decisão do pleno do TJ/AL que ao reconduzir o prefeito Erivaldo Mandu ao cargo, manteve afastado o vereador Joseval, que chegou a ser preso junto com o gestor, e afastou mais duas vereadoras, porém, mantendo seus salários, obrigando assim, a Câmara de Vereadores do Município a dar posse aos três respectivos suplentes.

A insatisfação do presidente se deu porque a redação do site divulgou que mais uma vez quem iria pagar essa conta seria o povo matagrandense, pois ao que parece, o presidente desconhece que o dinheiro do orçamento da Câmara também é do povo, caso contrário, o que justificaria a afirmação presenciada e gravada por vários populares durante a sessão, de que os vereadores afastados e os suplentes não recebem pela prefeitura, mas pela Câmara assim como os demais vereadores?

Vale lembrar que a Câmara Municipal é um poder independente, que se mantém com orçamento próprio dentro do percentual constitucional de repasse do orçamento municipal que provém da altíssima carga tributária que sobrecarrega o trabalhador e/ou consumidor brasileiro. Portanto, assim como o orçamento da prefeitura é do povo e quem paga prefeito e secretários é o povo, é o povo também que paga seus vereadores, sejam eles todos titulares em pleno exercício do mandato, suplentes e ou afastados seja por licença médica ou por determinação da justiça como é o caso ora relatado.





quarta-feira, 20 de junho de 2018

Agricultor é assassinado a tiros no centro de Inhapi.

Vítima era morador do sítio arrudiador. Ainda não há informações sobre quem cometeu o crime.
Por: Redação

Na tarde desta quarta-feira (20) o municipio de Inhapi no sertão de Alagoas registrou mais um assassinato. Desta vez a vítima foi um agricultor conhecido como Zuza Belo filho de Enoque Belo, morador do sítio arrudiador.

Zuza foi atingido por vários disparos de arma de fogo na Avenida Senador Rui Palmeira, vindo a falecer ainda no local. 

A Polícia Militar foi acionada, porém nenhuma informação sobre o possível autor dos disparos que levaram o agricultor a óbito foi dada pelos moradores onde o crime aconteceu, coube então a PM isolar o local e acionar o IML.

O caso deve ser investigado pela Polícia Civil do município.




terça-feira, 19 de junho de 2018

Com 10 x 0 a favor no CNJ, Washington Luiz prepara volta ao TJ.


O desembargador Washington Luiz Damasceno Freitas já tem 10 votos – do total de treze votantes – favoráveis ao retorno imediato dele ao Tribunal de Justiça de Alagoas.

O julgamento, que teve início hoje pela manhã, foi suspenso a pedido do juiz Luciano Frota, que deve levar seu voto para o pleno na próxima terça-feira (segundo já anunciou).

Aliás, no próximo dia 28, se completam dois anos do afastamento do ex-presidente do TJ, sob a acusação de ter beneficiado uma empresa responsável pela merenda escolar, a SP Alimentos, na prefeitura de Maceió (gestão de Cícero Almeida).

O primeiro a votar favorável ao desembargador Washington Luiz foi o próprio relator do caso – conhecido como “máfia de merenda” -, ministro Aloísio Corria da Veiga (do TST).

Foi acompanhado pelo corregedor-geral do Conselho Nacional de Justiça, ministro (STJ) João Otávio Noronha e mais oito conselheiros.

Caso o resultado seja mantido – o que é o mais provável –, o retorno do desembargador Washington Luiz às suas funções no TJ será imediata.

Atuam na defesa do magistrado os advogados Nabor Bulhões e Fábio Ferrário.

Fonte: Ricardo Mota/TNH1
Crédito: Ascom-TJ/AL


Com placar no TJ/AL indicando permanência de Mandu no cargo, matagrandenses se questionam por que os vereadores continuam afastados?

Após pedido de vistas, resultado final do julgamento dos embargos no TJ/AL caminha para manutenção do gestor no cargo já com o voto favorável de 03 dos 09 desembargadores, ao tempo em que 03 dos 11 vereadores envolvidos na mesma denuncia do MPE continuam afastados e sem previsão de retorno.

Por: Redação
Crédito: Ascom/CMMG

Depois de ter sido preso e consequentemente afastado da Prefeitura Municipal de Mata Grande acusado pelo MPE de comandar uma organização criminosa criada com o objetivo de lesar os cofres públicos do município através do pagamento de propina a vereadores para fazer vista grossa a fiscalização dos atos do Poder Executivo Municipal e aprovação de projetos de lei do seu interesse, o prefeito Erivaldo Mandu conseguiu retornar ao cargo meses depois por decisão favorável do TJ/AL pelo placar de 6x2. Contudo, no mesmo dia, os desembargadores decidiram por afastar três vereadores que segundo o Ministério Público Estadual participaram do esquema, sendo que um deles, já havia sido afastado e preso junto com o prefeito no finalzinho de 2017.

O retorno de Mandu a prefeitura a época do primeiro julgamento pelo pleno do TJ era uma possibilidade, porém, o que surpreendeu muita gente mesmo, foi à determinação da continuidade do afastamento do vereador que chegou a ser preso junto com o prefeito e o afastamento de outros dois, ou melhor, outras duas vereadoras. A época, muitos se perguntaram “Como foi possível retornar ao cargo o prefeito e afastar os vereadores envolvidos no mesmo esquema?” E agora com essa nova decisão que se vislumbra mais uma vez favorável ao gestor, tal questionamento volta a martelar a mente dos matagrandenses.

Distintas interpretações jurídicas a parte, o fato é que com o afastamento dos três vereadores, a Câmara Municipal teve que dar posse aos 03 respectivos suplentes e custear ao invés de 11 (onze), 14 (catorze) vereadores, jogando nas costas dos matagrandenses mais essa despesa, pois, seja no ilícito ou no licito que sempre paga a conta é povo.


segunda-feira, 18 de junho de 2018

Vereadora usa redes sociais para denunciar precariedade nos serviços públicos em Mata Grande.


Parlamentar também aproveitou para cobrar o regular fornecimento de água pela CASAL e melhorias no sinal de telefonia pela operadora vivo.

Por: Redação
Créditos: Reprodução/Facebook

Na manhã desde Domingo (17), a vereadora por Mata Grande Maria Luzia Cirino fez uso da sua rede social (Facebook) para denunciar a precariedade nos serviços relacionado à Iluminação pública do município, ou melhor, a falta dela já que segundo a vereadora as ruas estão às escuras com muitas lâmpadas queimadas. 

Neste contexto, Luzia aproveitou para se pronunciar em favor da diminuição do valor da taxa de iluminação pública para todos os lares matagrandenses, principalmente os da zona rural, que segundo ela, pagam por um serviço que não existe.

Outras reivindicações da parlamentar diz respeito ao péssimo fornecimento de água pela CASAL e as deficiências no sinal de telefonia da operadora vivo.