PREFEITURA DE INHAPI

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Lixo de farmácia jogado em praça pública revolta moradores em Inhapi

Material teria sido jogado por funcionários de uma conhecida rede de farmácia da região.

Por Jota Silva
Uma grande quantidade de lixo farmacêutico descartada em uma praça pública, em frente a uma drogaria da Rede de Farmácias Farias, deixou os moradores da Rua do Comércio, no centro da cidade de Inhapi, revoltados. Os populares deduziram que o material foi jogado na localidade por funcionários da referida farmácia.

A revolta dos moradores é que algumas crianças estariam brincando com as embalagens de medicamentos e seringas já utilizadas que estavam em meio a outros materiais jogados na rua.
O caso foi denunciado na Vigilância Sanitária Municipal, onde a coordenadora, Gracielia Queiroz, informou que o órgão não responde pelo setor farmacêutico, mas diante de suas atribuições encaminhou a denúncia para a Vigilância Sanitária Estadual, então responsável pela fiscalização de farmácias.
O proprietário da farmácia, Humberto Jorge, alegou para a reportagem do Minuto Sertão que não faz descarte do lixo farmacêutico na rua e que para assegurar que isso não aconteça contratou uma empresa especializada que realiza o serviço quinzenalmente. O empresário acredita que alguém colocou o material em frente ao estabelecimento com a intenção de prejudicar sua empresa.

De  acordo com o Ministério da Saúde, quando não manejados adequadamente, os dejetos gerados por necrotérios, consultórios, farmácias e clínicas veterinárias representam um grande perigo, tanto para a saúde das pessoas quanto para o meio ambiente. 

As regras para o descarte dos Resíduos e Medicamentos  estão dispostas na Resolução n° 306 de dezembro de 2004, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e, segundo o documento, a responsabilidade é de cada unidade de saúde ou similares onde eles foram gerados.


As regras para o descarte dos Resíduos e Medicamentos  estão dispostas na Resolução n° 306 de dezembro de 2004, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e, segundo o documento, a responsabilidade é de cada unidade de saúde ou similares onde eles foram gerados.
Fonte: Minuto Sertão

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