sexta-feira, 24 de julho de 2020

Além de devolver o auxílio emergencial, servidores contratados poderão perder o bolsa família e serem processados.


Beneficiários terão que optar entre o benefício ou o contrato de trabalho, caso contrário, poderão responder por estelionato e falsidade ideológica.

Por: Redação
Crédito: Reprodução/Google Imagens

Uma verdadeira bomba caiu sobre o colo dos servidores públicos de todo o Brasil após a CGU - Controladoria Geral da União, identificar milhares servidores públicos na lista de beneficiários do Auxílio Emergencial do Governo Federal, que entre outras definições, proíbe o recebimento do benefício para quem tem emprego formal, ainda que por contrato temporário de trabalho, como é o caso de inúmeras prefeituras pelo país, onde estes servidores além de receber indevidamente o auxílio emergencial, também são em grande parte, beneficiários do Bolsa Família.

Agora devido o rigor na fiscalização pela CGU em parceria com o Ministério Público, o MPC e a Polícia Federal, através do cruzamento das folhas de pagamento das prefeituras, todos os servidores contratados que receberam o auxílio emergencial e aqueles que são beneficiários do bolsa família, serão notificados, terão o Bolsa Família cancelado ou suspenso e ainda poderão responder pelos crimes de estelionato e falsidade ideológica.