PREFEITURA DE INHAPI

sexta-feira, 24 de março de 2017

NADA SABEM

Eles nada sabem nem entendem, vagueiam em trevas; vacilam todos os fundamentos da terra.  Sal. 82:5

A pessoa queixava-se do verídico. O juiz  tinha dado a guarda de seu único filho para o marido. Estava arrasada e não sabia aonde procurar ajuda.

“ É injusto – reclamava a mulher – O juiz fez isso por causa da influência da família de meu esposo que tem muito poder na cidade.”

Pode ser que assim seja. Pode também ter sido um erro por falta de informação. As injustiças parecem ser a lei desta vida. O texto de hoje fala de juízes que “vendiam”, a justiça. O salmista os descreve como gente sem escrúpulos, em cuja vida, não existia o temor de Deus.

Embora o texto refere-se exclusivamente as pessoas que administravam a justiça naqueles dias, a advertência é válida para o ser humano de hoje, a despeito da profissão ou ofício. Gente sem Deus andará em trevas e quem anda envolvido pelas sombras, não anda, vagueia. Não tem rumo, tropeça, cai, se levanta, torna a cair. Não tem consciência de sua realidade. Pretende saber de onde vem e para onde vai, mas caminha sem rumo. Acertando umas vezes e errando, na maioria.

“Nada sabem”, afirma o salmista, referindo-se a estas pessoas para quem Deus não passa de um mero detalhe. O verbo saber nesse verso vem da expressão hebraica jokmaj que significa critério, bom senso, equilíbrio, juízo.

A maior parte dos problemas do ser humano se originam na falta de sabedoria. Na vida familiar, profissional ou financeira, a falta de critério  leva a criatura a viver “em trevas”, tentando achar o caminho, mas ferindo-se e ferindo as pessoas ao seu redor.

Por isso hoje, antes de tomar alguma decisão transcendental, ou antes de iniciar suas atividades adiarias, lembre o conselho de Tiago que disse: “Se porém, alguém de vós necessita de sabedoria, peça a Deus que a todos dá liberalmente.” Tiag. 1:5

Não comece o dia sem Deus, não tome decisões sem seu conselho, porque a pessoa que vive sem Deus “nada sabe, nem entende, vagueia em trevas.”

Alejandro Bullón

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