sábado, 16 de junho de 2018

Ex-secretária de Agricultura reafirma está sendo vítima de perseguição política do atual prefeito e da pela Câmara Municipal de Vereadores de Mata Grande.

Mercia Oliveira voltou a se manifestar após a divulgação na imprensa de uma nota da Câmara Municipal de Vereadores tornando público os motivos da sua notificação para prestar esclarecimentos na próxima sessão do legislativo matagrandense.

Por: Redação
Crédito: Cortesia/ Arquivo Pessoal

Inconformada com a notificação da Câmara Municipal de Vereadores para prestar esclarecimentos sobre supostas irregularidades na pasta da Agricultura a qual era gestora ainda na gestão do prefeito interino Franklin Lou, a produtora rural Mercia Oliveira reafirmou a nossa equipe de redação que está vem sendo vítima de perseguição política implacável por parte do atual gestor municipal, o prefeito Erivaldo Mandu e do presidente da Câmara Municipal de Vereadores Rodolfo Izidoro, o qual recentemente enviou nota à imprensa tornando público os motivos pelos quais resolveu notificar a ex-secretária para prestar esclarecimentos no plenário da Câmara Municipal.

De acordo com a nota, a ex-secretária que a época presidia a Associação dos Produtores Rurais de Mata Grande, chegou a contratar com a prefeitura o fornecimento de frutas e verduras pela associação, o que, por si só, já denota irregularidade de ordem contratual e gera especulações sobre crime de falsidade ideológica, pois não houve nenhuma carta de renúncia ao cargo de Presidente, como ela própria divulgou em suas redes sociais. Além disso, os valores do contrato que não foram divulgados a imprensa, seriam exorbitantes e impraticáveis.

Indignada com as acusações relatadas na imprensa em desabono a sua conduta ética e moral quando secretária da pasta da Agricultura do município, Mercia Oliveira procurou esta redação, para segundo ela, esclarecer o que seriam inverdades expostas pelo presidente da Câmara no tocante a imputação de má fé na assinatura do contrato entre a prefeitura e a associação por ela presidida a época dos fatos, mas principalmente pela denuncia de supostos preços abusivos dos produtos objeto do contrato.

Mercia Oliveira reconheceu que errou ao não se desvincular da associação antes de assumir a secretaria, mas que não agiu de má fé como covardemente foi divulgado, e sim por descuido e ou mera falta de conhecimento e de informação, afinal de contas, assim que tomou conhecimento do impedimento, redigiu e entregou a carta renúncia à diretoria da associação, que a época, imediatamente deu posse ao vice-presidente.

“Desde a minha saída venho sendo alvo de uma intensa perseguição política e isso revolta, porém, o que me deixa mais indignada de verdade, é essa acusação descabida e infundada de que os produtos que foram objetos do contrato possuíam preços “abusivos” e “exorbitantes”, pois todo o processo de cotação foi feito exatamente dentro dos tramites legais. Foram feitas 03 (três) cotações, uma delas no município vizinho de Inhapi. O valor total do contrato foi limitado em até 20 mil reais em produtos a serem comercializados de cada um dos vinte e um agricultores cadastrados no plano de vendas da associação, totalizando R$ 420 Mil o valor do contrato, isso por 10 (dez) meses de contrato, com fornecimento apenas no período escolar, sem contar os sábados, domingos e feriados como foi divulgado na imprensa” - Disse

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