segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Agentes de endemias de Inhapi realizam busca ativa noturna ao mosquito transmissor da leishmaniose visceral.

Agentes de endemias Inhapi realizam buscas ativas, no período noturno ao fleblotomos, mosquito transmissor da leishmaniose visceral.
Os métodos utilizados são o aspirador de Castro e as armadilhas de papel untado.
A Leishmaniose Visceral (LV) é uma doença causada por um protozoário da espécie Leishmania chagasi. O ciclo evolutivo apresenta duas formas: amastigota, que é obrigatoriamente parasita intracelular em mamíferos, e promastigota, presente no tubo digestivo do inseto transmissor. É conhecida como calazar, esplenomegalia tropical e febre dundun.
A Leishmaniose Visceral é uma zoonose de evolução crônica, com acometimento sistêmico e, se não tratada, pode levar a óbito até 90% dos casos. É transmitida ao homem pela picada de fêmeas do inseto vetor infectado, denominado flebotomíneo e conhecido popularmente como mosquito palha, asa-dura, tatuquiras, birigui, dentre outros. No Brasil, a principal espécie responsável pela transmissão é a Lutzomyia longipalpis.