domingo, 15 de julho de 2018

Prefeita de Piranhas cai consideravelmente em índice de aprovação entre 2017 e 2018 segundo pesquisa Ibrape.

De 80% de aprovação em 2017 para 44% este ano. O que estaria acontecendo com a prefeita Maristela que já foi considerada uma das melhores prefeitas do estado de Alagoas?

Por: Redação
Crédito: Divulgação/Google Imagens

Considerada uma das melhores prefeitas do estado de Alagoas em 2017, a prefeita Maristela do município de Piranhas continua crescendo em 2018, só que desta vez em desaprovação de 17% para 55%. Maristela simplesmente despencou de 80% de aprovação popular em 2017 (Relembre AQUI) para apenas 44% em 2018.

Os dados atuais fazem parte de um levantamento inédito feito pelo IBRAPE - Instituto Brasileiro de Pesquisas realizado nos 102 municípios Alagoanos, mesmo instituto que em 2017 apontou Maristela com 80% de aprovação popular, conforme dito anteriormente.

Em busca de respostas, na última sexta-feira (13) entramos em contato com a Assessoria de Comunicação da Prefeitura que se prontificou em apresentar o que de teria ocasionado tamanha perda de popularidade da prefeita, porém, até o fechamento desta matéria não obtivemos resposta.

O fato é que é inegável que os recentes acontecimentos envolvendo uma série de protestos dos servidores da educação municipal e as constantes irregularidades administrativas denunciadas a imprensa pelos vereadores de oposição que compõem maioria na Câmara Municipal (conforme links em anexo), contribuíram  significativamente para o expressivo índice de desaprovação do governo.

Vereadores denunciam acúmulo de lixo e abandono de escolas e postos de saúde em município considerado um dos mais bem administrados do estado em 2017.

Com salários abaixo do piso nacional, professores realizam ato em protesto contra a prefeita de Piranhas que se recusa a conceder reajuste salarial para a categoria.



Outro fator importante segundo pessoas próximas a prefeita, seria o fato da mesma ter se afastado por um tempo da linha de frente da gestão para tratar de um "suposto" problema de saúde, deixando assim, o comando do município nas mãos de um secretariado sem o mínimo apreço popular.


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