quarta-feira, 27 de março de 2019

“É desumana a situação vivenciada pelos moradores da rua do riacho”, diz vereadora ao fazer uso da Tribuna da Câmara em Mata Grande.


Parlamentar esteve na localidade mais conhecida como Beco do seu expedito e Beco do Geraldo, onde fez registros fotográficos que denunciam uma tragédia anunciada no local.

Por: Redação
Fotos: Cortesia

A sessão ordinária da Câmara Municipal de Vereadores de Mata Grande desta terça-feira (26) mais uma vez contou com a apresentação e aprovação de inúmeras indicações dos parlamentares da casa, porém, foi uma gravíssima denúncia levada a Tribuna pela vereadora Geni que deixou atônitos todos os vereadores e público presente, haja vista, que além da escuridão a que estão submetidos os moradores da rua do riacho, mais conhecidos como Beco do seu expedito e Beco do Geraldo, que levou a vereadora a apresentar uma indicação solicitando do prefeito providências para com o problema, a condição subumana vivenciada pelos moradores das localidades ora mencionadas, evidenciadas nos registros fotográficos (em anexo) feitos pela parlamentar.

“Quando chove os moradores ficam ilhados, o local não é calçado, não tem escadas, as entradas são escorregadias e o terreno totalmente irregular. Além disso, o riacho se encontra repleto de lixo e a ponte ainda é de madeira” – Disse a vereadora

“Ou seja, a situação é desumana. Estamos diante de uma tragédia anunciada se as devidas providências não forem adotadas urgentemente” – Desabafou.

Já próximo de encerrar seu pronunciamento na Tribuna da Câmara, a vereadora aproveitou o momento para sair em defesa do Pároco Gilberto Pereira que passou por um grande constrangimento devido um simples comentário que fez em uma rede social sobre as estradas vicinais do município esburacadas. Por fim, a vereadora concluiu pedindo respostas sobre as demissões sem justificativa de alguns garis pela atual gestão municipal.

Voltando a falar sobre as condições subumanas dos moradores do Beco de seu expedito e do Beco do Geraldo, nossa redação ouviu Fabi Paixão, filha do proprietário onde essas moradias foram construídas irregularmente segundo ela, já que se trata de uma APP – Área de Preservação Permanente, aonde desde 2015 a mesma vêm fazendo denúncias quanto à poluição e as condições subumanas dos moradores da localidade.

Ainda de acordo com a responsável pela APP, já existe um processo em andamento desde 2017, inclusive uma audiência está marcada para o dia 26 de Abril com objetivo de apontar soluções para o problema.







O que diz a Prefeitura?

Em contato com a Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Mata Grande, fomos informados que a atual gestão municipal já está se inteirando melhor do problema para poder se pronunciar a respeito.