segunda-feira, 4 de março de 2019

Procuradoria da Câmara Municipal de Vereadores de Delmiro Gouveia classifica como FAKE NEWS informações postadas no seu próprio portal da transparência.


Em nota enviada a imprensa através da Assessoria de Comunicação da casa, a procuradoria ataca caluniosamente o site Central do Sertão por simplesmente divulgar informações públicas devidamente comprovadas.

Por: Redação
Foto: Editora Guia+

A redação do Central do Sertão prezando pelo respeito e o compromisso que têm para com os seus leitores de levar a verdade dos fatos doa a quem doer, vem a público repudiar o conteúdo da nota divulgada pela Câmara Municipal de Vereadores de Delmiro Gouveia sobre matéria vinculada no site, neste domingo (03) relacionada ao custo mensal de cada vereador para o contribuinte delmirense.

Na nota que foi espalhada nos grupos de Whatsapp e publicada por alguns veículos de imprensa regional, a Procuradoria da Câmara através da ASCOM chega afirmar caluniosamente que a matéria é fruto de FAKE NEWS, ou seja, que os fatos apresentados pela Central do Sertão não seriam condizentes com a verdade.

Todavia; o fato é que verdadeiro FAKE NEWS faz a Assessoria de Comunicação da Câmara de Vereadores de Delmiro Gouveia, quando tenta “manipular” a população delmirense apresentando como ilegítimas as informações que constam no próprio Portal da Transparência da casa, conforme os prints reproduzidos pela Central do Sertão, bem como do link abaixo para acesso direto ao site da Câmara.

A nota segue ainda, afirmando que o cálculo utilizado pelo site não é o que está previsto na Constituição Federal. Neste ponto, questionamos então, o porquê se não condiz, ainda sim foi posto no Portal da Transparência? Até porque, o calculo é bem simples para entendimento do leitor. Ora! Se o duodécimo da casa legislativa delmirense em Janeiro deste corrente ano (2019) foi de R$: 314.359,66 (Trezentos e quatorze mil, trezentos e cinquenta e nove reais e sessenta e seis centavos), logo, para se manter cada vereador e toda estrutura física e de pessoal que o parlamento municipal delmirense possui, basta dividir o montante do duodécimo por 11 que chagaremos a média 28,5 mil por vereador, exatamente conforme destacado no subtítulo da matéria.

Quanto à acusação de que o site foi tendencioso ao ratear o duodécimo por igual entre os 11 vereadores para se chegar ao custo de cada parlamentar para o contribuinte delmirense, a procuradoria erra mais uma vez, pois ela sim, neste ponto tenta deturpar a informação, haja vista que o site deixou bem claro e deu total destaque que o valor de fato foi rateado para se chegar ao valor total, mas que, no entanto, o total por vereador abrange os gastos da Câmara como um todo.

Por fim, é importante salientar que em momento algum o site colocou em dúvida a idoneidade dos vereadores delmirenses e muito menos apontou qualquer ato de ilegalidade no repasse e recebimento do duodécimo da Prefeitura Municipal para a Câmara Municipal de Delmiro Gouveia, muito pelo contrário, apenas deu publicidade às informações contidas no próprio Portal da Transparência da casa, que inclusive será pauta de diversas outras matérias cujo objetivo é única e exclusivamente informar a população delmirense e sertaneja todos os atos públicos que antes das Leis de acesso a informação e da transparência pública, eram as “caixas pretas” do poder público em suas três esferas de governo; Federal, Estadual e Municipal.




Câmara de Delmiro Gouveia ressalta que matéria sobre custo de vereadores está totalmente equivocada.


A Câmara de Vereadores de Delmiro Gouveia recebeu com surpresa a matéria veiculada no site Central do Sertão sobre o repasse do duodécimo. Além de equivocado, o texto contém informações que não são verdadeiras, e fogem do princípio do jornalismo com responsabilidade e ética.

O cálculo utilizado pelo site sobre o repasse não é o que está previsto na Constituição Federal. O duodécimo, que é garantido por lei, é repassado  pelo Executivo, porém não é dividido entre o numero de vereadores da Casa.

Do repasse, são custeadas todas as despesas da Câmara, como pagamento de funcionários, fornecedores, os subsídios dos vereadores, entre outras contas.

Afirmar que a divisão do duodécimo é rateado por igual pelos parlamentares  soa, no mínimo, inconsequente e até mesmo tendencioso o veículo de comunicação.

Para a Procuradoria Jurídico da Casa Legislativa, a imprensa tem um papel importante no que diz respeito ao que é veiculado, inclusive arcando com as consequências da matéria, uma vez que atualmente a internet já possui lei específica de combate às chamadas fake news. "Vivemos em uma era onde as pessoas escrevem, jogam o texto na mídia e não se preocupam em repassar o que é verdade, o que chamamos atualmente de fake news. Esse tipo de texto tornou-se comum, porém, é preciso que as pessoas saibam que hoje a internet não é terra sem lei, há agora uma legislação específica  e responde juridicamente tanto quem escreve quanto quem resposta a fake news. É preciso ter responsabilidade com o que é repassado para a população, para que não haja deturpações da verdade ", ressalta a Procuradoria  .

A matéria publicada dá o entendimento de que cada vereador delmirense custa aos cofres da Casa cerca de 28 mil reais, levando ao leitor a crer que esse é o custo mensal de cada um, o que não é a realidade. 

"É preciso combater essas inverdades e deturpações que estão surgindo porque senão tornarão as instituições sempre alvo da crítica. É preciso  responsabilidade em tudo que se faz" , reforça a Procuradoria.