16/06/22

Comissão de ética da Câmara de Vereadores de Itaíba\PE arquiva denúncia por quebra de decoro parlamentar contra vereador flagrado com maconha e arma pela PRF em Alagoas.


Por unanimidade, parlamentares decidiram aplicar apenas uma advertência ao vereador Normando de Maciel.

Por: Redação 

A Comissão de Ética da Câmara Municipal de Vereadores de Itaíba no agreste do Estado de Pernambuco finalmente apresentou seu parecer sobre a denúncia de quebra de decoro parlamentar apresentada pelo 1º Suplente de vereador, Sr. Osvaldo José Rodrigues contra o vereador Normando de Maciel em decorrência da apreensão de maconha e arma em seu veículo pela PRF de Alagoas em Maio do corrente ano. 

O parecer de nº 01\2022 ao qual a nossa equipe de redação teve acesso, foi lido no plenário da Câmara Municipal de Vereadores durante a 502ª Sessão Ordinária da casa realizada na noite desta quarta-feira (15) sem a presença do vereador representado. 

De acordo com o parecer, os fatos apresentados foram confirmados por meio de provas colacionadas a denúncia, após a comissão se reunir em um primeiro momento no dia 07 de Julho de 2022, e realizar diligências no sentido de localizar a cópia do inquérito policial que investiga a conduta praticada pelo vereador Normando José Feitosa da Silva, popular “Normando de Maciel”. 

Apesar da comprovação da quebra do decoro parlamentar reconhecida pela comissão, por decisão unânime, os vereadores Jessé Tenório, Dinha de Jurandi e Jorge do Cachorro Quente, integrantes da comissão, entenderam por aplicar a pena de ADVERTÊNCIA e o posterior arquivamento da denúncia. 

Ainda nos bastidores da sessão, a decisão da comissão foi bastante criticada por populares presentes, principalmente após a fala do Diretor Legislativo da Câmara Jandilson Gomes que em seu discurso na Tribuna da Câmara, lembrou que foi um dos responsáveis pela coleta das provas e fez questão de frisar, que da sua parte, conforme determinação do Presidente Vereador Eraldo Pequeno, foi feito tudo que era possível. Mas também houve quem defendesse o vereador dizendo que todo mundo está sujeito a errar e ter a chance de consertar, e, que, portanto, a advertência foi a melhor medida a ser tomada.